sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Lésbicas e vibradores, ainda um tabu!


Você e sua namorada na cama, não sei se ja se denominaram como no post anterior, ativas ou passivas ou Flexiveis, mais o número de lésbicas que usam um vibradores ou consolos, cresce. O tabu vem por partes das proprias lésbicas por não saber oque suas parceiras vão achar de suas vontades. O gostoso de tudo é saber que tem uma mulher te proporcionando esse prazer, e que aquele pênis de borracha esta sendo manipulado por um cheiro feminino, um jeito feminino, alma feminina... usar estes artificios nao quer dizer que a parceira quer homem ou gosta de homem, é apenas mais uma forma de sentir prazer. O que importa é sentir prazer, gozar bem muito e ser feliz, sem pudores, preconceitos, dogmas, medos, inseguranças e incertezas. Pesquisei e pesquisei e quis saber a origem do vibrador, o porque do surgimento dele.
Pra você pensa que aquele vibradorzinho de pilha que você tem em casa é exclusivo dos tempos modernos e que você é uma privilegiada por ter nascido nesta geração tecnológica, pode baixar a bola, ou melhor o clitóris. O vibrador já existe desde o século XIX e já era utilizado pelas nossas vovós. O uso da massagem vulvar (vulgo masturbação) como uma terapia para pacientes de “histeria” (que na época era considerada uma neurose exclusiva do sexo feminino) é dos tempos de Hipócrates. Durante o século XIX, foi tomado como um tratamento para disfunções diagnosticadas como a histeria e a neurastenia. O tratamento não era geralmente considerado como sexual, mas sim como uma terapia inevitável. Logicamente, tal terapia era uma máquina de fazer dinheiro na profissão médica. Mas fazer isso manualmente era um trabalho exaustivo e tedioso: algumas mulheres tinham de ser massageadas por uma hora antes de chegarem ao orgasmo. A hidroterapia, que consistia em jogar um jato de água na região reprodutiva da paciente, provou-se efetiva, tornando-se uma moda. Mas ela tinha alguns contras: fazia muita bagunça, era cara e não era portátil.
1880 – Um médico britânico inventou o primeiro vibrador elétrico, um equipamento de tamanho industrial destinado a ficar permanentemente no consultório do médico. Era um grande poupador de trabalho, permitindo muitas pacientes a alcançarem o êxtase em menos de 10 minutos. Segue tragetoria por ano:
1902 - Na virada do século, empreendedores começaram a reconhecer o imenso mercado potencial para vibradores portáteis de uso doméstico. A inovação dos vibradores foi de fato uma grande força por trás da criação de um motor elétrico pequeno. A Hamilton Beach (empresa norte-americana que fabrica até hoje batedeiras e outros utensílios de cozinha), da cidade de Racine, Wiscosin (Estados Unidos), patenteou o seu primeiro vibrador doméstico, fazendo do vibrador o quinto eletrodoméstico a ser introduzido no lar, antes da máquina de costura e muito antes do ferro elétrico.
1917 - Havia mais vibradores do que torradeiras nos lares americanos. Dúzias de patentes foram feitas com novos desenhos entre 1900 e 1940.
1920 - Filmes pornográficos detonaram o disfarce dos vibradores, revelando-o como o brinquedo sexual que ele era. O mais famoso desse filmes foi The Nuns Story (”A História da Freira” – não confundir com o filme de 1959 com Audrey Hepburn de mesmo nome).
1973 - Betty Dodson iniciou grupos de masturbação para mulheres para aumentar a sua consciência sexual e introduziu-as às maravilhas da Magic Wand da Hitachi, que segundo ela podia acordar o mais sonolento clitóris.
1999 - Rachel Maines publicou The Technology of Orgasm , uma história provocativa sobre o vibrador. Maines começou estudando sobre costura mas ficou intrigada ao descobrir que as capas de trás das revistas de corte e costura eram cheias de anúncios de vibradores. Além de tratamento para histeria, esses vibradores eram multi-funcionais: eles relaxavam testas tensas, curavam gargantas inflamadas e restauravam a força dos ossos dos braços.
2007 - Um executivo aposentado da indústria petrolífera ganhou uma patente para efetuar uma melhoria nos vibradores e permitir que os usuários atinjam o clímax sem nenhum tipo de esforço.
Sejam felizes meninas, gozem horrores e se satisfaçam. Na cama entre vocês duas não podem existir paredes delimitadoras nem duvidas, conversam sempre muito e façam oque o corpo de vocês permitam. Se sua namorada tem um Pênis de borracha, uma sinta e você esta atraida por isso, encare, se entregue, mal nenhum tem nisso. O corpo pede, o desejo ele grita dentro da gente...

8 comentários:

  1. Oi eu adorei o artigo que vc escreveu sobre vida sexual entre lesbicas. beijos, visite o meu blog cintiasexxy.blogspot.com, ele esta apenas comecando.

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  2. nao tenhu toda essa coragem q vc tem. parabens amiga!

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  3. Amei o vídeo! Sensual e romântico! Peguei pra mim tb...rs.

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  4. Adorei seu artigo é esse video e massa esse sériado e de ++ eu tenho todas temporadas muito bom você ter colocado ele...
    parabéns

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  5. gostei da matériia.. já fiquei com várias meninas, cheguei a namorar também...

    hj morro junto com um homem, mas me sinto totalmente infeliz no relacionamento e no sexo....

    em breve vou mudar minha vida totalmente, não aguento mais, quando olho para muilheres, me sinto muito atraida,quando me masturbo penso em sexo feminino.... tenho 22 anos posso ser feliz!

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  6. É lésbica mas usa vibrador = Poser.

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  7. Bom, artigonbem inteligente parabens.
    eu sou lesbica tenho 23 anos e sou casada cm uma mulher a 2 anos
    eu e ela conversamos muitone sempre fazemos de tudo pra satisfazer uma a outra. Usamos sempre vibradores e todos esses brinquedinhos e isso apimenta
    nao temos problemas quanto a isso.
    nos amamos e somos bem resolvidas....

    ♥bjos Xô preconceito usem vibradores è uma delicia

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